De momento não encontro razões para que o firmware fosse retirado de download, possivelmente haveria algum bug grave! Eu apenas dei conta que, com o APO activo (menu 921), nesta versão de firmware, por vezes o rádio reiniciava 2 ou 3 vezes cada vez que chegava ao tempo de power off… Desconheço que implicações possa ter este problema! Use-o por sua conta e risco.
Algumas foram compostas e juntas para retirar ruÃdo, com a excepção da imagem 3 que nunca cheguei a receber e que partilho a do colega DV2JB do expólio de https://www.spaceflightsoftware.com/ARISS_SSTV/ para completar esta colecção e mais tarde recordar...
De todas as órbitas da ISS no locator IM58gr, entre estas datas, falhei apenas 3. Foram ao todo 48 passagens! Ficam as estatÃsticas do número de imagens recebidas:
Este script para linux implementa algumas melhorias em relação ao post anterior e permite-lhe actualizar diversos programas que se encontrem na sua pasta local e disponÃveis para download, por exemplo, na sua versão beta de G8BPQ. Guarda uma cópia das versões anteriores, na pasta versions, caso necessitemos de fazer o restauro e pára o linbpq. Se o linbpq estiver configurado como serviço deverá reiniciar logo após ser parado.
Neste exemplo utilizo um raspberry pi 4, que corre em simultâneo uma versão do pi-star MMDVM modificada e que utilizo como computador para modos digitais e IoT...
Copie e cole o código seguinte na pasta onde tem instalado os diversos programas BPQ. No meu caso em /usr/local/bin/linbpq/
Cole o seguinte código, ou faça o seu download se está a utilizar a página traduzida e leia atentamente as instruções comentadas no inÃcio do ficheiro.
Grave e saia. Se editou com o "nano" faça CTRL+s e em seguida CTRL+x, tudo em minúsculas. Atribua permissões de execução ao ficheiro,
e, execute-o
Adiciona a seguinte linha em /etc/crontab, modificando o user e localização do seu script.
Para melhor compreender este assunto, consulte o meu post anterior...
Finalmente encontrei uma razão para brincar com a Internet das coisas!
Pretendia ligar e desligar alguns rádios que não fazem sentido manterem-se ligados 24h por dia, por questões de consumo, e que fazem parte da minha estação digital de packet e ardop.
Mas, um dos motivos por ainda não ter feito nada com a IoT era o facto de todos os dispositivos serem ligados e controlados a partir de um fornecedor externo que, querendo podem podem vir a ligar-me ou desligar-me equipamentos, registarem leituras de consumos e ambiente… isto não quero!
Às voltas com soluções para criar uma rede local da IoT dei com uns equipamentos a bom preço e que permitem o upgrade de diferentes firmwares sem ligação a outros fornecedores!
Vai precisar de um adaptador USB/RS-232 com tensões TLL de 3,3V e, de 4 fios com terminais fêmea/fêmea para ligar o adaptador ao header strip dos Sonoff.
Abra o seu Sonoff, no meu caso vou instalar este firmware em ambos, o Dual R2 e o CH4 Pro R3. Solde um header strip de 4 ou 5 pinos conforme as figuras, a cada um deles,
Se tudo estiver bem configurado irá ver na consola o processo de actualização a decorrer, identico para ambos,
Command: esptool.py --port /dev/cu.usbserial --baud 115200 --after no_reset write_flash --flash_mode dout 0x00000 /Users/ricardo/Downloads/tasmota-PT.bin --erase-all
esptool.py v2.6
Serial port /dev/cu.usbserial
Connecting….
Detecting chip type… ESP8266
Chip is ESP8285
Features: WiFi, Embedded Flash
MAC: d8:f5:5b:32:3d:62
Uploading stub…
Running stub…
Stub running…
Configuring flash size…
Auto-detected Flash size: 1MB
Erasing flash (this may take a while)…
Chip erase completed successfully in 5.1s
Compressed 602368 bytes to 429961…
Wrote 602368 bytes (429961 compressed) at 0x00000000 in 39.4 seconds (effective 122.5 kbit/s)…
Hash of data verified.
Leaving…
Staying in bootloader.
Firmware successfully flashed. Unplug/replug or reset device
to switch back to normal boot mode.
Deslique o adaptador USB e todos os fios. Retire o jumper do Dual R2 se for o caso. Ligue agora a alimentação ao seu Sonoff... apesar de aqui descrever a actualização para ambos os modelos, faça-o a um de cada vez.
Ligue agora o Sonoff que entrará em modo AP (access point). Pesquise redes wireless na proximidade, e encontrará uma rede com um nome idêntico a "tasmota_923D62-7522". Ligue-se a essa rede e após uns segundos abre-se uma janela no seu computador para configurar a rede wireless onde pretende que este Sonoff se ligue.
Utilize de preferência tubo de alumÃnio bruto, não anodizado. O comprimento dos tubos aqui referidos são para alumÃnio bruto, com coeficiente de velocidade de ~0,95.
Material: 1 (A) tubo de alumÃnio de 490mm (radiante) 1 (B) tubo de alumÃnio 165mm (elemento UHF) 1 (C) tudo de alumÃnio 1480mm (elemento VHF) 1 fixação para PL-259 fêmea isolada com espaçadores para elemento radiante 1 cantoneira de alumÃnio ou aço inox com 150mm x 25mm x 25mm 2 parafusos de 70mm M7 inox ou zincados 2 porcas para parafuso M7 inox ou zincadas 3 tampas de 9-10mm para tapar as extremidades superiores dos tubos 1 braçadeira em U para fixação da antena com o diâmetro necessário ao mastro que utilizar
Ferramenta: cançonete 3/8" macho para M7
Corte os 3 tubos com as medidas referidas no material a utilizar. Pode prescindir do tubo de UHF ou VHF se pretender apenas construir a antena mono banda.
Com cola de silicone aplicar as pequenas tampas com o cuidado de retirar o ar para que a tampa não salte enquanto a cola seca completamente. Em alternativa coloque apenas cola nas extremidades dos tubos de forma a selar a entrada de humidade.
Porquê o Telegram? É multi-plataforma, open source e um dos mais seguros software de chat e transferência de dados P2P! Algo que estava em falta neste projecto e permite a partilha de links, ideias, chat entre amigos e outros rádio amadores... Vamos a isso.
A seguir descarregue as livrarias e programa, linha a linha,
E instale pela seguinte ordem de modo a evitar falhas nas dependências,
Se receber alguma mensagem de erro durante a instalação verifique a dependência, faça o download dessa dependência em https://packages.debian.org/buster/telegram-desktop para a versão armhf e recomece a instalação no pacote que lhe deu o erro...
Ao concluir com êxito a instalação, o Telegram pode ser chamado a partir do menu Internet > Telegram Desktop
Preencha o seu número de telefone móvel, confirme o código e eis a lista de contactos e mensagens que existe na sua aplicação mobile.
Se pretender que o Telegram seja iniciado e fique minimizado na barra de menus, abra o ficheiro ~/.config/lxsession/LXDE-pi/autostart e adicione a linha,
O resultado do meu ficheiro de configuração foi,
Agora tem de configurar os detalhes da conta de envio de correio. Edite o ficheiro /etc/exim4/passwd.client e adicione esta linha no final, de acordo com as suas configurações
Proteja este ficheiro,
Os restantes ficheiros de configurações encontram-se em /etc/exim4 Não os altere. Sempre que faça alterações a qualquer configuração de correr o comando sudo update-exim4.conf e reiniciar o exim4.
Editei o ficheiro /etc/exim4/exim4.conf.localmacros
O ficheiro /etc/exim4/exim4.conf deve conter as linhas seguintes, para a minha configuração,
Foram estas linhas que permitiram o meu servidor de e-mail aceitar e-mails sem erros.
Alguns processos, como referi no inÃcio, poderão enviar e-mails para o root ou outros utilizadores do sistema: pi ou pi-star. Edite o ficheiro /etc/aliases e modifique de acordo com as suas configurações. O meu ficou assim,
Basicamente, todos os e-mails enviados são re-encaminhados para root, que por sua vez re-encaminha para o user pi-star, tendo como final destinatário ct1ebq. Corra o seguinte comando para aplicar as alterações,
Pode ainda criar configurações mais complexas que resolvam users e nome de máquina em e-mails verdadeiros. Edite o ficheiro /etc/email-addresses
sudo nano /etc/email-addresses
E acrescente as linhas que pretender. Eis um pequeno exemplo,
Vamos testar
Aplique as suas configurações e reinicie o exim4,
Envie um e-mail a partir da linha de comandos linux,
"-v" dá-lhe os detalhes da comunicação e indica-lhe algum erro que possa ter de corrigir. Mais 2 exemplos, para o envio de um pequeno texto,
Não esqueça de fazer cópias de segurança depois do exim4 bem configurado e testado!
Quando temos um servidor linux, um computador desktop, ou mesmo um raspberry pi há serviços que gostariamos de correr que dependem de uma boa configuração do nome da máquina.
No meu caso o que me levou a esta necessidade foi a instalação do serviço para envio de e-mails de alerta e notificação, o exim4 a correr no raspberry pi.
Deixo aqui o exemplo da configuração de ambos os ficheiros,
hostname, deve conter apenas uma linha com o nome da máquina. Faça,
e na primeira linha escreva o nome que quer dar à sua máquina. Geralmente o nome define a função deste computador ou servidor. No meu caso, escrevi: ct1ebq
Para ver o resultado, após o reboot da máquina faça,
Este ficheiro permite o computador resolver nomes sem consultar qualquer servidor de DNS. Resolve os nomes em endereços IP do próprio computador, de computadores da rede de intranet ou da Internet.
Não esquecer que, para toda a Internet, o nome da minha máquina só será reconhecido depois de configurar no servidor de DNS um A HOST com a variável "ct1ebq".
Hoje com o APRS a crescer e a ganhar relevância parece que não há entendimento sobre quais os SSID a utilizar num e noutro modo, entrando por vezes em conflito na nossa percepção, os SSID utilizados no packet e em APRS.
Compilei aqui algumas fontes sobre como sugerem a organização de ambos e um pequeno ensaio do que, com base nos SSID de packet e APRS proponho adoptar...
A minha proposta para a utilização de SSID no packet/APRS
-0 (or without SSID) your station/node, network nodes
-1 BBS or personnal mailboxes (usually a TNC-based pBBS)
-2 chat rooms, P2P, conference bridges
-3 gateways and cross-port digipeater
-4 DX cluster network
-5 other networks integration (D-Star, DMR, Fusion...)
-6 special activity, IOTA, SOTA, Satellite, camping or 6 meters…
-7 radio handheld, walkie talkies, HT's or other human portable
-8 boats, sailboats, RV's or second main mobile
-9 mobile phones, tablets and computers
-10 internet links, iGates, echolink, Winlink/RMS, AVRS, APRN…
-11 balloons, aircraft, spacecraft, etc
-12 APRStt, DTMF, RFID, devices, one-way trackers…
-13 weather stations
-14 truckers or generic, additional stations or activities
-15 generic, additional stations or activities
Este ensaio tem como fundamento as duas correntes de ideias a seguir descritas e pretende encontrar um entendimento respeitando o mais possÃvel cada uma delas, assim como as práticas de utilização de SSID no dia a dia, por escuta das radio frequências.
Na perspectiva de APRS
Note, the SSID of zero is dropped by most display applications. So a callsign with no SSID has an SSID of 0.
-0 your primary station usually fixed and message capable
-1 generic additional station, digi, mobile, wx…
-2 generic additional station, digi, mobile, wx…
-3 generic additional station, digi, mobile, wx…
-4 generic additional station, digi, mobile, wx…
-5 other networks (Dstar, Iphones, Androids, Blackberry's etc)
-6 special activity, Satellite ops, camping or 6 meters…
-7 walkie talkies, HT's or other human portable
-8 boats, sailboats, RV's or second main mobile
-9 primary Mobile (usually message capable)
-10 internet links, Igates, echolink, winlink, AVRS, APRN…
-11 balloons, aircraft, spacecraft, etc
-12 APRStt, DTMF, RFID, devices, one-way trackers…
-13 weather stations
-14 truckers or generally full time drivers
-15 generic additional station, HF, digi, mobile, wx…
none (-0) home stations
-1 home station personnal mailboxes (usually a TNC-based PBBS)
-2 gateways and cross-port digipeater
-3 full-service BBS's (those that forward mail/bulletins)
-4 network nodes (having two or more radio ports that
perform routing functions via TCP/IP,
NetROM, etc... Can be combined with BBS's that also
perform routing)
-5 console/keyboard -or- printer
-6 conference bridges
-7 NetROM/X1J/Knet/BPQ nodes
-8 cross-band digipeaters
-9 mobile / modats
-10 Winlink 2K
-11 - unassigned -
-12 - unassigned -
-13 - unassigned -
-14 - unassigned -
-15 (often used as a downlink address when exiting the far
end of a network connection)